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17 de julho de 2019

SINDAESP Informa – edição nº 084 – julho de 2019


Edição nº 084 – São Paulo, 17 de julho de 2019.

Vem aí a edição 2019 da Coletânea ADM
A edição 2019 da Coletânea ADM já está sendo preparada. Em setembro, como parte das comemorações do Dia do Administrador, a versão on-line estará disponível para leitura no site www.admbrasileira.com.br. Estão sendo selecionados artigos, que mostram quão amplas são as possibilidades de atuação do administrador.

Aguardem!


Governo anuncia mudanças no eSocial
Fonte: Agência Brasil Brasília

Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, informou que o governo trabalha para “simplificar” o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Para ele, há “excesso de detalhamento” na alimentação de informações”.

Segundo ele, em janeiro de 2020 vão ser implementados dois novos sistemas. Um para grandes e médias empresas, “já simplificado e desburocratizado”; e outro para pequenas e microempresas, “ainda mais simplificado”. A iniciativa afetará o uso do eSocial para empregados domésticos. “A ideia é também simplificar para o empregador individual”.

“Serão dois sistemas bem mais simples”, promete o secretário. Conforme Marinho, os novos sistemas não incluirão informações tributárias. “A ideia é que a Receita Federal disponibilize, a partir de janeiro [de 2020], um sistema próprio diferenciado e também simplificado, e que remanesçam no sistema as áreas de trabalho e previdência”.

“Nós esperamos pelo menos a diminuição dos layouts atuais (…) A ideia é ter uma ferramenta de gestão e de controle da área de trabalho e da previdência, que seja amigável por um lado, e por outro que seja confortável – tanto para quem precisa fazer a gestão pública, que é o governo federal, quanto por quem tem a necessidade de passar essas informações”, explicou.

De acordo com o secretário, até a modificação definitiva, o sistema permanece em uso e será “customizado”. Marinho assinalou que haverá uma sistemática de migração para “não prejudicar” as empresas que investiram “tempo e dinheiro” na alimentação do eSocial.


As marcas mais valiosas do Brasil
Fonte: FecomercioSP / Por Eduardo Vasconcelos

Encontrar o preço ideal de venda de um produto ou serviço é fundamental para o planejamento financeiro de qualquer empresa. Mais do que atrair clientes e cobrir custos, a formação de preços, se bem executada, potencializa o crescimento dos negócios. Por outro lado, se mal avaliada, pode impedir o progresso do estabelecimento e até mesmo levar o empreendedor ou os sócios a contrair dívidas indesejadas.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP Wagner Paludetto, o preço ideal tem três características básicas: é competitivo, cobre despesas e gera lucro. Com sua experiência auxiliando pequenos empreendedores, Paludetto comenta que, em geral, pensa-se que o preço deve ser formado com base no custo de aquisição da mercadoria mais a margem de lucro. Contudo, para ter uma boa política de preços, que contribua para o crescimento e a longevidade da empresa, o empreendedor precisa ampliar esse tipo de avaliação.

“Na formação de preços, o empreendedor deve levar em conta o custo de aquisição e as despesas fixas, como água, luz, internet e contador. Também não pode desconsiderar impostos e taxas de cartões. Assim, é possível comparar com o mercado se o seu preço está competitivo, se é possível trabalhar com uma margem de lucro um pouco maior”, explica.

O consultor do Sebrae-SP alerta que um erro comum é adotar preços com base somente na concorrência. “Quando você baseia o seu preço no concorrente é importante se lembrar que você não sabe quais são os custos dele. No mínimo, o seu preço de venda tem de pagar todas as despesas. Se não fizer isso, não serve para você”, pontua.

Para elaborar uma estratégia eficiente de formação de preço, segundo o diretor-executivo da consultoria em gestão Falconi, Flávio Boan, a empresa precisa conhecer os preços dos competidores, negociar bem com os fornecedores e avaliar a relação entre volume de vendas e margem de lucro.

“O preço não necessariamente precisa ser mais baixo ou mais alto do que o do concorrente. Isso depende da força da marca, no sentido do valor que o consumidor atribui a ela. Quanto maior o valor que ele dá, mais ele está disposto a pagar pelo produto”, afirma Boan. “Então, se a sua marca não é referência no mercado, é importante ter um preço mais baixo. Mas, se for uma marca forte, posicione o preço acima dos concorrentes”, complementa.

Para o diretor da Falconi, no entanto, o segredo de uma boa precificação está na relação com fornecedores. “Dizemos que o cerne do varejo é a compra, não a venda. Se você compra bem, tem condições de vender bem. A precificação, portanto, depende de negociação com o fornecedor que dê margem suficiente para posicionar o preço de maneira correta”, salienta.

Boan também ressalta que cada produto tem suas particularidades, de modo que o empreendedor deve avaliar até quanto poderá elevar o preço de forma que não perca receita com a queda no volume de vendas. Segundo ele, a má formação de preços traz dois riscos significativos. “O primeiro é perder a oportunidade de rentabilizar o negócio. Mas, o mais grave é não gerar caixa, e, assim, a empresa ficar sem condições de honrar os compromissos”, sinaliza.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) recomenda que, para se posicionar de forma atrativa e sustentável no mercado, o empreendedor deve conhecer os custos de produção e operacionais do negócio, tendo em vista que há despesas variáveis, fixas, diretas e indiretas.

O empreendedor deve ter em mente que a formação de preços é uma técnica essencial para a longevidade do negócio e a diminuição das incertezas.


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